Sabendo que um dos atributos da salvação é a santificação,alguns fatos referente a este processo divino, relevante na vida espiritual, em cada salvo em Cristo Jesus.
1 Não ensinar que uma pessoa deve santificar é impedir o agir do Espirito Santo , pois Ele é quem opera isso na vida do crente:
(Romanos 1:4) - Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor,
2 Para ter vida eterna e ser salvo é necessário termos frutos de santificação em nossa vida:
(Romanos 6:22) - Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.
3 A santificação deve atingir o nosso corpo:
(Romanos 6:19) - Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação.
(Romanos 12:1) - ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
4 Não ensinar o povo a se santificar é estar fora da vontade de Deus:
(I Tessalonicenses 4:3) - Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;
5 A Biblia ordena aperfeiçoar em nós a santificação:
(II Corintios 7:1) - ORA, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.
6 O nosso corpo deve ser mantido em santificação:
(I Tessalonicenses 4:4) - Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra;
7 Deus no chamou para a santificação:
(I Tessalonicenses 4:7) - Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação.
8 Fomos eleitos para a santificação:
(II Tessalonicenses 2:13) - Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do SENHOR, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade;
(I Pedro 1:2) - Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.
9 No que nós precisamos perseverar para sermos salvos?
(I Timóteo 2:15) - ..., se permanecer com modéstia na fé, no amor e na santificação.
10 Quem vera a Deus, ou seja será salvo?Somente os santificados
(Hebreus 12:14) - Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;
11 Como a igreja deve ser, segundo o propósito divino?
(Efésios 5:27) - Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
Ouça Rádio Aliança
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Obediência por Obrigação ou Obediência por Amor?
Introdução:
John Hyde, conhecido como "o homem que orava", foi missionário na Índia. Ele ganhou, pessoalmente, mais de 50 mil almas para Cristo. Porém, Hyde sabia o que era amar a Deus e, por isso, não se contentava com tudo o que fazia. Ele queria amar a Deus.
Certo dia. durante uma Convenção de Missionários, quando as luzes dos alojamentos de todos já havia se apagado, a luz do Quarto do irmão John continuava acesa. Preocupados, alguns irmãos foram ver o Que havia acontecido: encontraram o homem de Deus jogado no chão, com a Bíblia aberta diante de si e iluminada pela Iamparina. Ao ser perguntado sobre o que estava acontecendo, Hyde respondeu: "estava buscando mais um mandamento para obedecer". Isso é amar a Deus.
Jesus foi claro: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai. e eu também o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14.15.21).
1 Uma visão dos mandamentos a partir do amor
a) A visão revelada e a visão legalista
A partir do momento em que temos a visão do amor a Deus, recebemos a revelação dos mandamentos dEle não mais como lei, mas como uma carta de amor.
Ao olhar os mandamentos de Deus como lei, tornamo-nos legalistas. Há dois tipos de legalista: o liberal e o justiceiro.
b) A visão do legalista liberal
O liberal é aquele que está sempre procurando um "furo" na lei para desobedecê-Ia. Para ele, a lei de Deus é muito pesada. Busca interpretações que compatibilizem a palavra de Deus com os desejos da carne. Gosta muito de chamar os outros crentes de legalistas, esquecendo que é quem o é.
A respeito deles a bíblia fala em 2 Timóteo 4.3 : "Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestre segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos". Tratam a lei de Deus como se fosse uma coisa inanimada, assim como é a lei dos homens. Esquecem que a palavra de Deus é viva (Hb 4.12) e que ela é o próprio Cristo (Jo 1.1.14).
De nada adianta "dar curva" na lei do Senhor, pois o valor da obediência não está na obediência em si, mas no amor que a gerou. A obediência é apenas o fruto do amor, o que agrada a Deus, na verdade, é a causa da obediência: o amor.
Os lega listas liberais se assemelham muito a um advogado "porta-de-cadeia", que a todo pano busca um detalhe da lei para soltar o cliente. O liberal, normalmente, prega muito sobre o amor ao próximo. Porém, o seu amor, quase sempre, não
passa do nível de amor recíproco, ou seja, ama quem lhe ama. É gentil, suas palavras são doces e é extremamente educado. Consegue ser um ótimo cidadão da terra, mas não conseguirá ser cidadão do céu. Esquece que a salvação não é por aquilo que fazemos ou deixamos de fazer, mas pelo fato de que nascemos de novo (Jo 3.3.5) e somos filhos de Deus e, se somos filhos, amamos ao Pai e o obedecemos (Rm8.14.15;Ef5.1.2;2Ts2.10; 1 Pe 1.14).
Oração e jejum não é o forte do liberal. Como está sempre buscando um amparo para a carne, defende que Jesus já jejuou por nós. Possivelmente "pulou" a passagem em que Jesus falou que, quando Ele fosse ao céu, a Sua igreja jejuaria (Mt 2.20; Lc 5.35). Esquece, igualmente, as diversas passagens que demonstram que o jejum e a vigília, acompanhados de oração, eram práticas comuns na igreja primitiva (At 13.2,3; 14.23; 2 Co 6.5; 11.27).
c) A visão do legalista justiceiro
O "justiceiro" está no oposto do liberal, mas dele se aproxima por uma razão: não recebeu a revelação do amor a Deus. Para ele, a obediência aos mandamentos divinos também é um peso, porém, um peso a que resignadamente decidiu suportar. Como os mandamentos lhe são pesados, não consegue obedecer a muitos, mas aos que obedece cumpre-os à risca, com minúcias, e se exalta por isso.
Em compensação, vira um policial, sempre pronto a flagrar o pobre coitado que for pego em descumprimento ao mandamento que o "justiceiro" consegue obedecer. É um crítico profissional, murmurador por natureza, e sempre pronto a pedir a disciplina de um faltoso. Por ter uma grande força de vontade, não se preocupa em buscar a força de Deus. Oração e jejum, decididamente, não é o seu forte. Afinal, para que jejuar e orar se ele consegue ser uma pessoa exemplar, um bom cidadão, sem oração e jejum?
d) A verdadeira visão de amor
Para Quem obedece por amor, tudo é diferente. A começar porque os mandamentos de Deus não lhe são penosos: "porque este é o amor de Deus: Que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos" (I Jo 5.3).
O amor faz com que os mandamentos de Deus não sejam penosos, muito pelo contrário, ocorrerá na vida do cristão o que ocorreu na vida de Davi, quando proclamou "terei prazer nos teus mandamentos, os ouaís eu amo" (Sl 119.47).
A Bíblia mostra Que a presença do Espírito Santo e a mortificação da carne levam o crente a esse caminho de obediência por amor. Não é do dia para a noite, mas um processo de aperfeiçoamento, um processo de santificação pela ação do amor de Deus, fruto do Espírito. Foi a esse processo divino que o apóstolo João se referiu em I João 2.5.6:
“Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou".
Qualquer outro pensamento sobre o que é amar ao Senhor esbarra no firme posicionamento da palavra de Deus: "e o amor é este: Que andemos segundo os seus mandamentos" (2 Jo 1.6).
2. Dedicação total: uma conseqüência do amor
A dedicação no amor a Deus deve ser total. No registro de Mateus, Jesus disse que o salvo ama a Deus de toda a sua alma, de todo o seu coração e de todo o seu entendimento. Jesus estava falando de todo o ser estar envolvido no amar a
Deus. O coração (do grego "kardia"), significando o centro do homem tanto física quanto espiritualmente, suas emoções e seu intelecto, tudo, com a máxima força, deve estar envolvido no amor por Deus, e, consequentemente, na obediência aos seus mandamentos.
Conclusão:
Ao invés de o entendimento estar preocupado em achar interpretações para "aliviar"a obediência, Jesus ensinou que a nossa mente deve estar na mesma posição em que estava a mente de John Hyde, quando, de madrugada, buscava mais um mandamento para obedecer. De igual forma, as nossas emoções e as nossas forças, espirituais e físicas, devem estar empenhadas nessa luta ao lado do Espírito e contra a carne, para que venhamos a amar a Deus e, como noiva de Jesus, fazer o máximo para lhe agradar.
O legalista - liberal ou justiceiro faz o mínimo para não ir para o inferno. Quem ama a Deus faz o máximo para agradá-Io.
O legalista vive na carne; o que ama a Deus se inclinará para as coisas do Espirito, e por isso viverá
com Deus (Rm 8.5, 6).
John Hyde, conhecido como "o homem que orava", foi missionário na Índia. Ele ganhou, pessoalmente, mais de 50 mil almas para Cristo. Porém, Hyde sabia o que era amar a Deus e, por isso, não se contentava com tudo o que fazia. Ele queria amar a Deus.
Certo dia. durante uma Convenção de Missionários, quando as luzes dos alojamentos de todos já havia se apagado, a luz do Quarto do irmão John continuava acesa. Preocupados, alguns irmãos foram ver o Que havia acontecido: encontraram o homem de Deus jogado no chão, com a Bíblia aberta diante de si e iluminada pela Iamparina. Ao ser perguntado sobre o que estava acontecendo, Hyde respondeu: "estava buscando mais um mandamento para obedecer". Isso é amar a Deus.
Jesus foi claro: "Se me amais, guardareis os meus mandamentos. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai. e eu também o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14.15.21).
1 Uma visão dos mandamentos a partir do amor
a) A visão revelada e a visão legalista
A partir do momento em que temos a visão do amor a Deus, recebemos a revelação dos mandamentos dEle não mais como lei, mas como uma carta de amor.
Ao olhar os mandamentos de Deus como lei, tornamo-nos legalistas. Há dois tipos de legalista: o liberal e o justiceiro.
b) A visão do legalista liberal
O liberal é aquele que está sempre procurando um "furo" na lei para desobedecê-Ia. Para ele, a lei de Deus é muito pesada. Busca interpretações que compatibilizem a palavra de Deus com os desejos da carne. Gosta muito de chamar os outros crentes de legalistas, esquecendo que é quem o é.
A respeito deles a bíblia fala em 2 Timóteo 4.3 : "Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestre segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos". Tratam a lei de Deus como se fosse uma coisa inanimada, assim como é a lei dos homens. Esquecem que a palavra de Deus é viva (Hb 4.12) e que ela é o próprio Cristo (Jo 1.1.14).
De nada adianta "dar curva" na lei do Senhor, pois o valor da obediência não está na obediência em si, mas no amor que a gerou. A obediência é apenas o fruto do amor, o que agrada a Deus, na verdade, é a causa da obediência: o amor.
Os lega listas liberais se assemelham muito a um advogado "porta-de-cadeia", que a todo pano busca um detalhe da lei para soltar o cliente. O liberal, normalmente, prega muito sobre o amor ao próximo. Porém, o seu amor, quase sempre, não
passa do nível de amor recíproco, ou seja, ama quem lhe ama. É gentil, suas palavras são doces e é extremamente educado. Consegue ser um ótimo cidadão da terra, mas não conseguirá ser cidadão do céu. Esquece que a salvação não é por aquilo que fazemos ou deixamos de fazer, mas pelo fato de que nascemos de novo (Jo 3.3.5) e somos filhos de Deus e, se somos filhos, amamos ao Pai e o obedecemos (Rm8.14.15;Ef5.1.2;2Ts2.10; 1 Pe 1.14).
Oração e jejum não é o forte do liberal. Como está sempre buscando um amparo para a carne, defende que Jesus já jejuou por nós. Possivelmente "pulou" a passagem em que Jesus falou que, quando Ele fosse ao céu, a Sua igreja jejuaria (Mt 2.20; Lc 5.35). Esquece, igualmente, as diversas passagens que demonstram que o jejum e a vigília, acompanhados de oração, eram práticas comuns na igreja primitiva (At 13.2,3; 14.23; 2 Co 6.5; 11.27).
c) A visão do legalista justiceiro
O "justiceiro" está no oposto do liberal, mas dele se aproxima por uma razão: não recebeu a revelação do amor a Deus. Para ele, a obediência aos mandamentos divinos também é um peso, porém, um peso a que resignadamente decidiu suportar. Como os mandamentos lhe são pesados, não consegue obedecer a muitos, mas aos que obedece cumpre-os à risca, com minúcias, e se exalta por isso.
Em compensação, vira um policial, sempre pronto a flagrar o pobre coitado que for pego em descumprimento ao mandamento que o "justiceiro" consegue obedecer. É um crítico profissional, murmurador por natureza, e sempre pronto a pedir a disciplina de um faltoso. Por ter uma grande força de vontade, não se preocupa em buscar a força de Deus. Oração e jejum, decididamente, não é o seu forte. Afinal, para que jejuar e orar se ele consegue ser uma pessoa exemplar, um bom cidadão, sem oração e jejum?
d) A verdadeira visão de amor
Para Quem obedece por amor, tudo é diferente. A começar porque os mandamentos de Deus não lhe são penosos: "porque este é o amor de Deus: Que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos" (I Jo 5.3).
O amor faz com que os mandamentos de Deus não sejam penosos, muito pelo contrário, ocorrerá na vida do cristão o que ocorreu na vida de Davi, quando proclamou "terei prazer nos teus mandamentos, os ouaís eu amo" (Sl 119.47).
A Bíblia mostra Que a presença do Espírito Santo e a mortificação da carne levam o crente a esse caminho de obediência por amor. Não é do dia para a noite, mas um processo de aperfeiçoamento, um processo de santificação pela ação do amor de Deus, fruto do Espírito. Foi a esse processo divino que o apóstolo João se referiu em I João 2.5.6:
“Aquele, entretanto, que guarda a sua palavra, nele, verdadeiramente, tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Nisto sabemos que estamos nele: aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou".
Qualquer outro pensamento sobre o que é amar ao Senhor esbarra no firme posicionamento da palavra de Deus: "e o amor é este: Que andemos segundo os seus mandamentos" (2 Jo 1.6).
2. Dedicação total: uma conseqüência do amor
A dedicação no amor a Deus deve ser total. No registro de Mateus, Jesus disse que o salvo ama a Deus de toda a sua alma, de todo o seu coração e de todo o seu entendimento. Jesus estava falando de todo o ser estar envolvido no amar a
Deus. O coração (do grego "kardia"), significando o centro do homem tanto física quanto espiritualmente, suas emoções e seu intelecto, tudo, com a máxima força, deve estar envolvido no amor por Deus, e, consequentemente, na obediência aos seus mandamentos.
Conclusão:
Ao invés de o entendimento estar preocupado em achar interpretações para "aliviar"a obediência, Jesus ensinou que a nossa mente deve estar na mesma posição em que estava a mente de John Hyde, quando, de madrugada, buscava mais um mandamento para obedecer. De igual forma, as nossas emoções e as nossas forças, espirituais e físicas, devem estar empenhadas nessa luta ao lado do Espírito e contra a carne, para que venhamos a amar a Deus e, como noiva de Jesus, fazer o máximo para lhe agradar.
O legalista - liberal ou justiceiro faz o mínimo para não ir para o inferno. Quem ama a Deus faz o máximo para agradá-Io.
O legalista vive na carne; o que ama a Deus se inclinará para as coisas do Espirito, e por isso viverá
com Deus (Rm 8.5, 6).
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A Santificação e a vida cristã
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Situação das mulheres na janela 10/40
As mulheres da Janela 10-40 se constituem no grupo mais discriminado dentre os não-alcançados. As mulheres enquadram-se dentro desta categoria em alguns contextos específicos. No mundo muçulmano, por exemplo, as mulheres passam suas vidas escondidas atrás do véu do Islã.
É grande o número de mulheres no Afeganistão que vivem suas vidas limitadas ao quintal dos fundos de sua casa, vivendo sem contato com o exterior e abrigando depressão e tristeza em seus corações, sendo vítimas das mentiras e radicalismo do Islamismo, privadas até mesmo do prazer sexual (pois muitas delas têm sido mutiladas ainda quando crianças por seus próprios familiares). Sem nenhum contato com o mundo externo, como estas mulheres irão conhecer a Palavra de Deus?
Muitas outras atrocidades físicas são cometidas contra mulheres em diversos povos.
As mulheres neste lugar do mundo têm menos acesso à educação, e a alta taxa de analfabetismo dificulta o conhecimento de Jesus Cristo através da leitura da Bíblia.
William Carey, enquanto esteve na Índia, viu mulheres sendo queimadas vivas junto com o esposo recém falecido. Este era um costume daquela nação e sempre que o marido morria, a mulher deveria ser queimada viva junto ao seu cadáver. Um costume vil que desrespeitava por completo o valor da mulher como indivíduo e como ser humano. Ele indignou-se com esta situação e lutou durante 25 anos até que esta realidade foi mudada pelas autoridades da Índia. Quantas mulheres foram salvas desta terrível morte pelo esforço, dedicação e amor de um só homem? Quantas ainda não serão salvas se dedicarmos nosso esforço oração e oferta para o envio de missionários a este povo que está entre os dois mais populosos do planeta. A índia tem 600.000 cidades e vilas e em 500.000 dessas cidades e vilas ainda não há obreiros cristãos.
Mais de 2 milhões de mulheres são submetidas à mutilação genital a cada ano. E uma vida sexual saudável passa a ser apenas uma utopia para centenas de milhares de jovens e mulheres neste local.
Na janela 10/40 há pelo menos 1,3 bilhões de pessoas em extrema pobreza, desse montante 70% são Mulheres.
2/3 dos 876 milhões de analfabetos do mundo são mulheres.
Na África Sub-Saarina e sul da Ásia apenas 2 a 7 mulheres em cada grupo de 1000 têm nível secundário ou universitário.
Mais de 1,2 milhões de mulheres morrem por ano vítimas de complicações no parto e gravidez que poderiam ser evitadas.
As mulheres da Janela 10-40 precisam do nosso esforço oração e envio de missionários para mudar sua situação de vida e para transformar seu choro em riso através do conhecimento de Jesus Cristo.
É grande o número de mulheres no Afeganistão que vivem suas vidas limitadas ao quintal dos fundos de sua casa, vivendo sem contato com o exterior e abrigando depressão e tristeza em seus corações, sendo vítimas das mentiras e radicalismo do Islamismo, privadas até mesmo do prazer sexual (pois muitas delas têm sido mutiladas ainda quando crianças por seus próprios familiares). Sem nenhum contato com o mundo externo, como estas mulheres irão conhecer a Palavra de Deus?
Muitas outras atrocidades físicas são cometidas contra mulheres em diversos povos.
As mulheres neste lugar do mundo têm menos acesso à educação, e a alta taxa de analfabetismo dificulta o conhecimento de Jesus Cristo através da leitura da Bíblia.
William Carey, enquanto esteve na Índia, viu mulheres sendo queimadas vivas junto com o esposo recém falecido. Este era um costume daquela nação e sempre que o marido morria, a mulher deveria ser queimada viva junto ao seu cadáver. Um costume vil que desrespeitava por completo o valor da mulher como indivíduo e como ser humano. Ele indignou-se com esta situação e lutou durante 25 anos até que esta realidade foi mudada pelas autoridades da Índia. Quantas mulheres foram salvas desta terrível morte pelo esforço, dedicação e amor de um só homem? Quantas ainda não serão salvas se dedicarmos nosso esforço oração e oferta para o envio de missionários a este povo que está entre os dois mais populosos do planeta. A índia tem 600.000 cidades e vilas e em 500.000 dessas cidades e vilas ainda não há obreiros cristãos.
Mais de 2 milhões de mulheres são submetidas à mutilação genital a cada ano. E uma vida sexual saudável passa a ser apenas uma utopia para centenas de milhares de jovens e mulheres neste local.
Na janela 10/40 há pelo menos 1,3 bilhões de pessoas em extrema pobreza, desse montante 70% são Mulheres.
2/3 dos 876 milhões de analfabetos do mundo são mulheres.
Na África Sub-Saarina e sul da Ásia apenas 2 a 7 mulheres em cada grupo de 1000 têm nível secundário ou universitário.
Mais de 1,2 milhões de mulheres morrem por ano vítimas de complicações no parto e gravidez que poderiam ser evitadas.
As mulheres da Janela 10-40 precisam do nosso esforço oração e envio de missionários para mudar sua situação de vida e para transformar seu choro em riso através do conhecimento de Jesus Cristo.
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Missões
terça-feira, 5 de abril de 2011
Santificação atributo proveniente da Salvação
Santificação,processo de aperfeiçoamento da vida cristã – 1Pe 1.15,16
É a obra pela qual somos renovados em todo nosso ser,segundo a imagem de Deus e habilitados a morrer cada vez mais para o pecado e a viver para a justiça.
É continuação do que foi começado na regeneração.
As escrituras ensinam que o homem deve viver uma vida de santidade, “sem a qual ninguém verá a Deus”. Mediante o poder ortogado pelo o Espírito Santo, o que crê pode obedecer ao mandamento que diz: “sede santos, como Eu sou santo”.
Na verdade Deus deseja que o homem experimente completa santificação, a qual ele deve procurar mediante a obediência à palavra do Senhor (Rm 6.22; I Pe 1.15; Hb 12.14; I Ts 4.3; 5.23,24; I Jo 2.6).
A experiência da salvação abençoa a vida do crente de quatro maneiras bem distintas:
a)A JUSTIFICAÇÃO é o estado do crente considerado justo diante do Senhor;
Santificação é o processo de aplicar a justiça divina à vida pessoal do crente.
b)A REGENERAÇÃO é ao crente o poder de resistir ao pecado e glorificar a Deus;
A Santificação é a aplicação deste poder nas vitórias espirituais diárias.
c) A ADOÇÃO torna o crente um filho de Deus;
A Santificação desenvolve a semelhança da família de Deus no caráter desse crente.
Estes quatro aspectos (justificação,regeneração,adoção,santificação), ocorrem no crente ao mesmo tempo e nele operam a partir do momento da salvação, sendo todos mantidos ativos pela fé em Deus. Dos quatro no entanto, somente a santificação envolve o desenvolvimento progressivo ao crente. Os outros três aspectos são constantes. O crente não pode mais ser ,mais nascido de novo,ou mais filho de Deus, do que no momento da sua conversão, mas pode prosseguir amadurecendo espiritualmente mediante o processo de santificação.
Dentro do ensino sobre a salvação, a santificação é o ensino mais importante nas Escrituras. Não há outro assunto mais importante para o crente entender do que o plano determinado por Deus para ele viver uma vida santa e reta diante dEle e dos homens.
A santificação ao mesmo tempo em que é instantânea, pela purificação do sangue de Jesus Cristo (I Co 1.30), quando o pecador recebe Cristo em sua vida e arrepende-se de seus pecados, a santificação é também progressiva. Na vida cristã subseqüente à conversão. Podemos crescer em santificação buscando o poder de Deus em oração e deixando o Espírito Santo operar em nós, aplicando seu poder santificador em nosso ser.
(I Pedro 1:15) - Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;
(I Pedro 1:16) - Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.
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A Santificação e a vida cristã
A santificação e seus significados
Observa-se que "Santificação", "Santidade", e "Consagração" são sinônimos, como o são "santificados" e "santos". Santificar é a mesma coisa que fazer santo ou consagrar. A palavra Santo tem os seguintes sentidos: separação, dedicação, purificação, consagração e serviço.
Tanto as palavras Hebraicas e Gregas para a santificação estão todas relacionadas num sentido já antes comentado que analisaremos minuciosamente:
a) SEPARAÇÃO:
Santo é uma palavra descritiva da natureza divina.
Seu significado primordial é "separação"; portanto a santidade representa aquilo que está em Deus que o torna separado de tudo quanto seja terreno e humano, isto é, sua perfeição moral, absoluta e sua divina majestade. O Senhor santificou (separou) o sétimo dia (Gn2.3), determinou que fosse santificado (separado) todo primogênito, entre os filhos de Israel e também do gado (Ex13.2; Dt 15.19) fala em alguém santificar (separar) sua casa para ser santa do Senhor (Lv 27.14). No Novo Testamento, Jesus, referindo-se a si mesmo,diz:"a quem o Pai santificou (separou) e enviou ao mundo (Jo 10.36), a favor deles (os discípulos) eu me santifico (separo) a mim mesmo (Jo 17.19). Quando o santo deseja doar uma pessoa ou objeto para o seu serviço, ele separa essa pessoa ou aquele objeto do seu uso comum, e, em virtude dessa separação, a pessoa ou objeto torna-se santo".
A separação do crente envolve separação da impureza, coisas profanas, do mundo e dedicar a Deus,consagrar (Jo 17.19; I Co 1.1,2; Ef 5.26; I Ts 5.23; II Tm 2.21; Hb 12.14).
b)DEDICAÇÃO:
Santificação inclui tanto a separação de como dedicação a alguma coisa;essa é a condição dos crentes ao serem separados do pecado e do mundo e feitos participantes da natureza divina, consagrados à comunhão e ao serviço de Deus por meio do mediador.
A palavra Santo é mais usada em conexão com o culto. Quando referente aos homens ou objetos ela expressa o pensamento de que esses são usados no serviço divinos e dedicados a Deus, no sentido especial de serem sua propriedade.
Israel é uma nação Santa, por ser dedicada ao serviço de Jeová, os Levitas são Santos por serem especialmente dedicados aos serviços do tabernáculo; o sábado e os dias de festa são santos porque representam a dedicação ou consagração do templo a Deus.
c)PURIFICAÇÃO:
Embora o sentido primordial de Santo, seja separação para serviço, inclui também a idéia de purificação. O caráter de Jeová age sobre tudo o que lhe é consagrado. Portanto, os homens consagrados a Ele participam de sua natureza. As coisas que lhe são dedicadas devem ser limpas.
Quando Jeová escolhe e separa uma pessoa, ou objeto para seu serviço Ele opera e faz com que aquela pessoa ou objeto se torne santo; objetos inanimados foram consagrados pela unção do azeite (Ex 40.9-11).A nação Israelita foi santificada pelo sangue do sacrifício da aliança (Ex 24.8; Hb10.29).Os sacerdotes foram consagrados pelo representante de Jeová, Moisés, que os lavou com água, ungiu-os com azeite e aspergiu-os com o sangue de consagração (Lv 8).
Como os sacrifícios do velho testamento eram tipos de sacrifício único de Cristo, assim as várias unções do sistema mosaico são tipos da verdadeira santificação que alcançamos pela obra de Cristo. Assim como Israel foi santificado pelo sangue da aliança, assim, "também Jesus para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta" (Hb 13.12).Deus o Pai (1Ts 5.23) santifica os crentes para um sacerdócio espiritual (1Pe 2.5).
A vontade de Deus é a purificação do crente do iníquo de modo geral (II Co 6.14-18); dos mestres e doutrinas falsas (II Tm 2.21; II Jo 9,10) e da sua própria natureza má (Rm 6.11,12; Ef 4.22-32; Cl 3.5-9; II Co 7.1; I Ts 4.3,7)
d)CONSAGRAÇÃO:
No sentido de viver uma vida santa e justa. Qual a diferença entre justiça e santidade? A justiça apresenta a vida regenerada em conformidade com a Lei divina;os filhos de Deus andam retamente (1Jo 3.6-10).
Santidade é a vida regenerada em conformidade com a natureza divina e dedicada ao serviço divino. Isto pede a remoção de qualquer impureza que estorve esse serviço (1Pe 1.15). Assim a santificação inclui a remoção de qualquer mancha ou sujeira que seja contrária a santidade da natureza divina. Em seguida a consagração de Israel surge naturalmente a pergunta: "Como deve viver um povo santo?" Respondendo esta pergunta, Deus deu-lhe o código de leis de santidade que se acham no livro de Levítico.Portanto em conseqüência de sua consagração, seguiu-se a obrigação de viver uma vida santa. O mesmo se dá com o Cristão.
Aqueles que são declarados santos (Hb 10.10) são exortados a seguir a santidade (Hb 12.14), aqueles que foram purificados (1Co 6.1), são exortados a purificar-se a si mesmos (2 Co 7.1).
Tanto as palavras Hebraicas e Gregas para a santificação estão todas relacionadas num sentido já antes comentado que analisaremos minuciosamente:
a) SEPARAÇÃO:
Santo é uma palavra descritiva da natureza divina.
Seu significado primordial é "separação"; portanto a santidade representa aquilo que está em Deus que o torna separado de tudo quanto seja terreno e humano, isto é, sua perfeição moral, absoluta e sua divina majestade. O Senhor santificou (separou) o sétimo dia (Gn2.3), determinou que fosse santificado (separado) todo primogênito, entre os filhos de Israel e também do gado (Ex13.2; Dt 15.19) fala em alguém santificar (separar) sua casa para ser santa do Senhor (Lv 27.14). No Novo Testamento, Jesus, referindo-se a si mesmo,diz:"a quem o Pai santificou (separou) e enviou ao mundo (Jo 10.36), a favor deles (os discípulos) eu me santifico (separo) a mim mesmo (Jo 17.19). Quando o santo deseja doar uma pessoa ou objeto para o seu serviço, ele separa essa pessoa ou aquele objeto do seu uso comum, e, em virtude dessa separação, a pessoa ou objeto torna-se santo".
A separação do crente envolve separação da impureza, coisas profanas, do mundo e dedicar a Deus,consagrar (Jo 17.19; I Co 1.1,2; Ef 5.26; I Ts 5.23; II Tm 2.21; Hb 12.14).
b)DEDICAÇÃO:
Santificação inclui tanto a separação de como dedicação a alguma coisa;essa é a condição dos crentes ao serem separados do pecado e do mundo e feitos participantes da natureza divina, consagrados à comunhão e ao serviço de Deus por meio do mediador.
A palavra Santo é mais usada em conexão com o culto. Quando referente aos homens ou objetos ela expressa o pensamento de que esses são usados no serviço divinos e dedicados a Deus, no sentido especial de serem sua propriedade.
Israel é uma nação Santa, por ser dedicada ao serviço de Jeová, os Levitas são Santos por serem especialmente dedicados aos serviços do tabernáculo; o sábado e os dias de festa são santos porque representam a dedicação ou consagração do templo a Deus.
c)PURIFICAÇÃO:
Embora o sentido primordial de Santo, seja separação para serviço, inclui também a idéia de purificação. O caráter de Jeová age sobre tudo o que lhe é consagrado. Portanto, os homens consagrados a Ele participam de sua natureza. As coisas que lhe são dedicadas devem ser limpas.
Quando Jeová escolhe e separa uma pessoa, ou objeto para seu serviço Ele opera e faz com que aquela pessoa ou objeto se torne santo; objetos inanimados foram consagrados pela unção do azeite (Ex 40.9-11).A nação Israelita foi santificada pelo sangue do sacrifício da aliança (Ex 24.8; Hb10.29).Os sacerdotes foram consagrados pelo representante de Jeová, Moisés, que os lavou com água, ungiu-os com azeite e aspergiu-os com o sangue de consagração (Lv 8).
Como os sacrifícios do velho testamento eram tipos de sacrifício único de Cristo, assim as várias unções do sistema mosaico são tipos da verdadeira santificação que alcançamos pela obra de Cristo. Assim como Israel foi santificado pelo sangue da aliança, assim, "também Jesus para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta" (Hb 13.12).Deus o Pai (1Ts 5.23) santifica os crentes para um sacerdócio espiritual (1Pe 2.5).
A vontade de Deus é a purificação do crente do iníquo de modo geral (II Co 6.14-18); dos mestres e doutrinas falsas (II Tm 2.21; II Jo 9,10) e da sua própria natureza má (Rm 6.11,12; Ef 4.22-32; Cl 3.5-9; II Co 7.1; I Ts 4.3,7)
d)CONSAGRAÇÃO:
No sentido de viver uma vida santa e justa. Qual a diferença entre justiça e santidade? A justiça apresenta a vida regenerada em conformidade com a Lei divina;os filhos de Deus andam retamente (1Jo 3.6-10).
Santidade é a vida regenerada em conformidade com a natureza divina e dedicada ao serviço divino. Isto pede a remoção de qualquer impureza que estorve esse serviço (1Pe 1.15). Assim a santificação inclui a remoção de qualquer mancha ou sujeira que seja contrária a santidade da natureza divina. Em seguida a consagração de Israel surge naturalmente a pergunta: "Como deve viver um povo santo?" Respondendo esta pergunta, Deus deu-lhe o código de leis de santidade que se acham no livro de Levítico.Portanto em conseqüência de sua consagração, seguiu-se a obrigação de viver uma vida santa. O mesmo se dá com o Cristão.
Aqueles que são declarados santos (Hb 10.10) são exortados a seguir a santidade (Hb 12.14), aqueles que foram purificados (1Co 6.1), são exortados a purificar-se a si mesmos (2 Co 7.1).
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A Santificação e a vida cristã
Meios Divinos proporcionados para a Santificação do homem
São meios divinamente estabelecidos de santificação: "O sangue de Cristo", "O Espírito Santo" e "A Palavra de Deus".
O primeiro proporciona, primeiramente, a santificação absoluta,quanto à posição perante Deus. É uma obra consumada que concede ao pecador penitente uma posição perfeita em relação a Deus.
O segundo meio é interno, efetuando a transformação da natureza do crente, isto é, incluindo natureza divina dentro do crente.
O terceiro meio é externo e prático, e diz respeito ao comportamento do crente.
Dessa forma, Deus fez provisão tanto para a santificação interna e externa.
Na obra da santificação há duas partes responsáveis,o lado divino e o humano.
O lado Divino da santificação fala da providencia de Deus à fim de sermos santos:
a) Somos santificados pela trindade
Deus Pai (I Co 1.30;Hb 13.20,21;12.9,10; I Pe 5.10)
Deus Filho (Hb 2.10,11; 10.10)
Deus Espírito Santo- (Rm 15.16; I Co 6.11;Gl 5.22)
b) Somos santificados pelo sangue de Jesus (Hb 13.12; I Jo 1.7)
c) Somos santificados pela Palavra de Deus
( II Co 3.18; Tg 1.23-25; Sl 119.11; Jo 15.3; Ef 5.26; Sl 119.105; Pv 6.23; II Pe 1.19; Ef 6.17; Hb 4.12; Jo 17.17; 15.3; Sl 119.9)
O lado humano da santificação envolve dois aspectos:
a) Separação (II Tm 2.21)
b) Dedicação - Envolve vontade e inclui todo o nosso ser. (Rm 12.1).
Determo-nos agora em examinar o lado Divino da santificação, ou seja, alguns dos meios Divinos proporcionados por Deus para sermos santos.
a)O Sangue de Cristo: Eterno, absoluto e posicional (Hb 13.12;10.10,14;1Jo 1.7)
Em resultado da obra consumada por Cristo,o pecador penitente é transformado de pecador impuro em adorador santo.
A santificação é o resultado dessa maravilhosa obra redentora do filho de Deus.Em virtude desse sacrifício, o crente é eternamente separado por Deus, sua consciência é purificada, ele próprio é transformado e unido em comunhão com o Senhor Jesus. (Hb 2.11)
Que haja um aspecto contínuo na santificação pelo sangue conforme (Jo 1.7). Se houver comunhão entre o Santo de Deus e o homem, necessariamente terá que haver uma provisão para remover a barreira de pecado, que impede essa comunhão, uma vez que os melhores homens ainda assim são imperfeitos.
Ao receber Isaías a visão da santidade de Deus, ele ficou abatido ao perceber a sua falta de santidade e não estava em condições de ouvir a mensagem divina enquanto a brasa do altar não purificasse seus lábios. A consciência do pecado ofusca a comunhão com Deus, confissão e fé no eterno sacrifício de Cristo removem essa barreira (1Jo 1.1-9).
b) Espírito Santo: Santificação interna (1Co 6.11;2Ts 2.12;1Pe 1.1,2;Rm 15.16)
Nestas passagens a santificação pelo Espírito Santo é apresentada como o início da obra de Deus nos corações dos homens, conduzindo-os ao inteiro conhecimento da justificação pela fé no sangue de Cristo. Tal qual o Espírito pairava por cima do caos original (Gn 1.2) seguindo-se o estabelecimento da ordem pelo verbo de Deus, assim o Espírito paira sobre a alma humana, fazendo-a a abrir-se para receber a luz e a vida de Deus (2Co 4.6).
O capítulo 10 de Atos proporciona uma ilustração concreta da santificação pelo Espírito Santo. Durante os primeiros anos da igreja, a evangelização dos gentios retardou-se por muitos cristãos judeus considerarem os gentios como imundos, e não santificados por causa da sua não conformidade com as leis alimentares e outros regulamentos mosaicos. Foi preciso uma visão para convencer Pedro de que aquilo que o Senhor purificava ele não devia tratar de impuro.
Deus providenciou a santificação dos gentios para serem o seu povo. E quando o Espírito de Deus desceu sobre os gentios, na casa de Cornélio, já não havia mais dúvida a respeito. Eram santificados pelo o Espírito Santo, não importando se obedeciam ou não às ordenanças mosaicas (Rm 15.16) e Pedro reptou os Judeus que estavam com ele a negarem o símbolo exterior (batismo nas águas) de sua purificação espiritual. (At 10.47;15.8)
c) A palavra de Deus: santificação externa e prática(Jo 17.17;Ef 5.26;Jo 15.3;Sl 119.9;Tg 1.23-25)
Os cristãos são descritos como sendo “gerados pela Palavra de Deus” (1Pe 1.23). A Palavra desperta os homens a compreenderem a insensatez e impiedade de suas vidas. Quando dão importância à Palavra arrependendo-se e crendo em Cristo, são purificados pela palavra que lhes fora falada. Esse é o início da purificação que deve continuar através da vida do crente.
No ato de sua consagração ao ministério, o sacerdote israelita recebia um banho sacerdotal completo, banho que nunca se repetia, era uma obra feita uma vez pra sempre.Todos os dias porém, era obrigado a lavar os pés e as mãos.Da mesma maneira, o regenerado foi lavado (Tt 3.5) mas precisa uma separação diária das impurezas e imperfeições conforme lhe forem reveladas pela Palavra de Deus, que serve como espelho para a alma (Tg 1.22-25). Deve lavar as mãos,isto é, seus atos devem ser retos, deve lavar os pés, isto é, “guardar-se da imundície que tão facilmente se apega aos pés do peregrino, que anda pelas estradas deste mundo”.
O primeiro proporciona, primeiramente, a santificação absoluta,quanto à posição perante Deus. É uma obra consumada que concede ao pecador penitente uma posição perfeita em relação a Deus.
O segundo meio é interno, efetuando a transformação da natureza do crente, isto é, incluindo natureza divina dentro do crente.
O terceiro meio é externo e prático, e diz respeito ao comportamento do crente.
Dessa forma, Deus fez provisão tanto para a santificação interna e externa.
Na obra da santificação há duas partes responsáveis,o lado divino e o humano.
O lado Divino da santificação fala da providencia de Deus à fim de sermos santos:
a) Somos santificados pela trindade
Deus Pai (I Co 1.30;Hb 13.20,21;12.9,10; I Pe 5.10)
Deus Filho (Hb 2.10,11; 10.10)
Deus Espírito Santo- (Rm 15.16; I Co 6.11;Gl 5.22)
b) Somos santificados pelo sangue de Jesus (Hb 13.12; I Jo 1.7)
c) Somos santificados pela Palavra de Deus
( II Co 3.18; Tg 1.23-25; Sl 119.11; Jo 15.3; Ef 5.26; Sl 119.105; Pv 6.23; II Pe 1.19; Ef 6.17; Hb 4.12; Jo 17.17; 15.3; Sl 119.9)
O lado humano da santificação envolve dois aspectos:
a) Separação (II Tm 2.21)
b) Dedicação - Envolve vontade e inclui todo o nosso ser. (Rm 12.1).
Determo-nos agora em examinar o lado Divino da santificação, ou seja, alguns dos meios Divinos proporcionados por Deus para sermos santos.
a)O Sangue de Cristo: Eterno, absoluto e posicional (Hb 13.12;10.10,14;1Jo 1.7)
Em resultado da obra consumada por Cristo,o pecador penitente é transformado de pecador impuro em adorador santo.
A santificação é o resultado dessa maravilhosa obra redentora do filho de Deus.Em virtude desse sacrifício, o crente é eternamente separado por Deus, sua consciência é purificada, ele próprio é transformado e unido em comunhão com o Senhor Jesus. (Hb 2.11)
Que haja um aspecto contínuo na santificação pelo sangue conforme (Jo 1.7). Se houver comunhão entre o Santo de Deus e o homem, necessariamente terá que haver uma provisão para remover a barreira de pecado, que impede essa comunhão, uma vez que os melhores homens ainda assim são imperfeitos.
Ao receber Isaías a visão da santidade de Deus, ele ficou abatido ao perceber a sua falta de santidade e não estava em condições de ouvir a mensagem divina enquanto a brasa do altar não purificasse seus lábios. A consciência do pecado ofusca a comunhão com Deus, confissão e fé no eterno sacrifício de Cristo removem essa barreira (1Jo 1.1-9).
b) Espírito Santo: Santificação interna (1Co 6.11;2Ts 2.12;1Pe 1.1,2;Rm 15.16)
Nestas passagens a santificação pelo Espírito Santo é apresentada como o início da obra de Deus nos corações dos homens, conduzindo-os ao inteiro conhecimento da justificação pela fé no sangue de Cristo. Tal qual o Espírito pairava por cima do caos original (Gn 1.2) seguindo-se o estabelecimento da ordem pelo verbo de Deus, assim o Espírito paira sobre a alma humana, fazendo-a a abrir-se para receber a luz e a vida de Deus (2Co 4.6).
O capítulo 10 de Atos proporciona uma ilustração concreta da santificação pelo Espírito Santo. Durante os primeiros anos da igreja, a evangelização dos gentios retardou-se por muitos cristãos judeus considerarem os gentios como imundos, e não santificados por causa da sua não conformidade com as leis alimentares e outros regulamentos mosaicos. Foi preciso uma visão para convencer Pedro de que aquilo que o Senhor purificava ele não devia tratar de impuro.
Deus providenciou a santificação dos gentios para serem o seu povo. E quando o Espírito de Deus desceu sobre os gentios, na casa de Cornélio, já não havia mais dúvida a respeito. Eram santificados pelo o Espírito Santo, não importando se obedeciam ou não às ordenanças mosaicas (Rm 15.16) e Pedro reptou os Judeus que estavam com ele a negarem o símbolo exterior (batismo nas águas) de sua purificação espiritual. (At 10.47;15.8)
c) A palavra de Deus: santificação externa e prática(Jo 17.17;Ef 5.26;Jo 15.3;Sl 119.9;Tg 1.23-25)
Os cristãos são descritos como sendo “gerados pela Palavra de Deus” (1Pe 1.23). A Palavra desperta os homens a compreenderem a insensatez e impiedade de suas vidas. Quando dão importância à Palavra arrependendo-se e crendo em Cristo, são purificados pela palavra que lhes fora falada. Esse é o início da purificação que deve continuar através da vida do crente.
No ato de sua consagração ao ministério, o sacerdote israelita recebia um banho sacerdotal completo, banho que nunca se repetia, era uma obra feita uma vez pra sempre.Todos os dias porém, era obrigado a lavar os pés e as mãos.Da mesma maneira, o regenerado foi lavado (Tt 3.5) mas precisa uma separação diária das impurezas e imperfeições conforme lhe forem reveladas pela Palavra de Deus, que serve como espelho para a alma (Tg 1.22-25). Deve lavar as mãos,isto é, seus atos devem ser retos, deve lavar os pés, isto é, “guardar-se da imundície que tão facilmente se apega aos pés do peregrino, que anda pelas estradas deste mundo”.
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A Santificação e a vida cristã
Áreas do ser humano que devem ser submetidas a Santificação
O homem é um ser trino. Ele é constituído de espírito,alma e corpo.Essas três áreas do ser humano devem ser submetidas ao processo de santificação. (I Ts 5.23)
a) O espírito- Santificar o espírito significa manter com regularidade o nosso relacionamento com Deus (Rm 8.16). Significa evitar qualquer bloqueio em nossa vida de adoração (Jo 4.23,24).
b) A alma- A palavra alma é muito abrangente ao longo de toda a bíblia, por isso, examinaremos os mais diferentes aspectos da vida humana que podem ter algum tipo de conotação com a alma.
c) O corpo- Deus não se interessa apenas pelo nosso coração, mas as escrituras ensinam que o cristão deve conservar e utilizar o seu corpo em santificação.
Devemos glorificar a Deus no nosso corpo (I Co 6.20).
O corpo do crente tem sido destinado a ser templo do Espírito Santo (I Co 6.19), portanto, submissão do crente à influência do pecado é um ato de profanação deste santuário.
Veremos a seguir alguns ensinamentos bíblicos de como o crente deve “apresentar seu corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm 12.1)
Com relação a santificação do corpo, sujerimos ver neste blog: "A vontade de Deus para o cabelo do cristão" e "Vestimenta do cristão verdadeiro".
Santificação prática e progressiva:
Essa separação inicial é apenas o começo duma vida progressiva de santificação. Todos os cristãos são separados para Deus em Jesus Cristo, dessa separação surge a nossa responsabilidade de crer para ele."A santificação é a obra da livre graça de Deus, para qual o homem todo é renovado segundo a imagem de Deus, capacitando-nos a morrer para o pecado e viver para a justiça".Isso não quer dizer que vamos progredir até alcançar a santificação e, sim, que progredimos na santificação na qual, já participamos.
A santificação é posicional e prática. Posicional porque é primeiramente uma mudança de posição pela qual o imundo pecador se transforma em santo adorador, prática porque exige uma maneira santa de viver.
Esses dois aspectos da santificação estão implícitos no fato de aqueles que foram tratados como santificados e santos (1Pe 1.2;2.5) são exortados a serem santos (1Pe 1.15). Aqueles que estavam mortos para o pecado (Cl 3.3) são exortados a mortificar seus membros pecaminosos (Cl 3.5), aqueles que se despiram do velho homem (Cl 3.9) são exortados a vestirem-se ou revestirem-se do novo homem (Ef 4.22;Cl3.8).
Santificação Negativa e Positiva
Santificação Negativa: (Ef 4.17-19,26,27,27-31;Ef 5.3-7;1Ts 4.1-7)
Entendemos por santificação negativa, o ato ou comportamento do crente de estar morto, no sentido espiritual, para o pecado e para o mundo. Chama-se “negativa” porque o crente deve “negar” o pecado, o mundo e a carne.
É uma posição que o crente alcança, pelo poder do Espírito Santo, de responder de uma forma negativa à tentação ao pecado e ao mundo, isto é, é o crente dizer não ao pecado e ao mundo, por estar ele liberto do pecado e por possuir ele dentro de si a natureza divina, e esta estar exercendo o domínio sobre a velha natureza.
Santificação Positiva:
Entendemos por santificação positiva a motivação espiritual que o crente recebe quando é dominado pelo Espírito Santo para dizer “sim” “positivo”, para Deus (Rm 8.13;12.1-2). Não basta dizer não para o mundo, é necessário dizer sim para Deus. Não basta aborrecer o pecado, é necessário amar a Deus. Não basta deixar de fazer o mal, é necessário praticar o bem.
Na verdade a Santificação Positiva é a inclinação do crente para a obra do Espírito (Rm 8.5,6,11; 1Ts 5.23)
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